Reflexões da Liturgia Dominical
24º Domingo do Tempo Comum - ano C PDF Imprimir E-mail

Esta liturgia pode resumir em uma só palavra o que Deus é para nós – “Misericórdia”. Olhando a primeira leitura observamos dois aspectos muito importantes de um lado vemos Deus se irritar com seu povo e querer destruir esta geração e começar tudo de novo como aconteceu no dilúvio com Noé. Mas de outro lado observamos o papel de Moisés como intercessor que se coloca entre Deus e o povo e pede misericórdia, a Sagrada Escritura diz que Moisés era o mais humilde dos homens que nunca houve um homem tão humilde como ele. E é em sua humildade que se rebaixa ainda mais e busca a salvação de seu povo. Importante percebermos que somente os humildes conseguem ver a grandeza de Deus e a Sua misericórdia infinita o soberbo nada disso vê, pois sua arrogância não permite ver. Moisés apela pelos antepassados, pessoas queridas de Deus e que tiveram um papel importante na história deste povo, certamente o texto força um pouco dizendo que Deus “desistiu do mal que havia ameaçado fazer ao seu povo”.

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23º Domingo do Tempo Comum - ano C PDF Imprimir E-mail

 

Estamos no mês da Bíblia, esta é a Palavra de Deus que gera vida em nós. Portanto refletir sobre a Palavra é saborear suas insondáveis linhas é penetrar nos mistérios de Deus onde cada um retira o que sua medida o permite, assim a Palavra atende a todos e cada um se sente nutrido. O problema é que, muitas vezes, não damos o devido valor a Palavra e ela fica empoeirando nas estantes de nossa casa. Temos que aprender que é alimento para todos os dias.

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22º Domingo do Tempo Comum - ano C PDF Imprimir E-mail

Dia Nacional do Catequista

O centro da reflexão da liturgia deste final de semana é a “humildade”. Ninguém perde por ser humilde. Na primeira leitura vemos as “máximas” do livro do Eclesiástico que nos ensinam o melhor caminho a seguir diante da sociedade para ser uma pessoa de bem e acolhido pelos homens.
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21º Domingo do Tempo Comum - ano C PDF Imprimir E-mail

O povo que Deus escolheu para se manifestar são os descendentes de Abraão que é o povo de Israel o qual chamamos de Judeus, mas por uma graça de Deus uma parte deste povo não aceitou a pessoa de Cristo e com isso fomos privilegiados em participar deste anúncio, “11 Pergunto ainda: Tropeçaram acaso (os Judeus) para cair? De modo algum. Mas sua queda, tornando a salvação acessível aos pagãos, incitou-os à emulação. 17 Se alguns dos ramos foram cortados, e (...) tu, oliveira selvagem, foste enxertada em seu lugar e agora recebes seiva da raiz da oliveira...”. (Rom 11, 11.17).

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Κοίμηση της Θεοτόκου – Assunção de Maria PDF Imprimir E-mail

Quando o Livro de Apocalipse fala: “... apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas”. Temos a visão mais perfeita para descrever quem é Maria, certamente que este texto também se refere à Igreja, mas com toda certeza a pessoa de Maria se confunde com a Igreja, pois esta é coroada por aquela.Proclamar a assunção de Maria é certificar quem Ela foi em toda sua vida. Todo e qualquer adjetivo que prestamos a Maria é apenas uma confirmação de tudo o que ela recebeu de Deus para exercer sua missão, não é a toa que o anjo em sua manifestação vai saudá-la como “cheia de graça”.

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